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    Militância de internet: o quanto pode uma #hashtag?

    Publicado 2024-11-28

    DOI:

    https://doi.org/10.69620/mlscj.v2i2.3211

    Manuela Bonfim Magalhaes Conceição

    ORCID https://orcid.org/0009-0006-9224-7976

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    Número do Artigo

    Vol. 2 N.º 2 (2024)

    ISSN: 2792-9280

    Publicado: 2024-12-11

    Resumo

    A difusão do movimento feminista contemporâneo, denominada por muitos autores como quarta onda feminista, está relacionada majoritariamente a popularização do acesso à internet e ao fenômeno das redes sociais, responsáveis por profundas transformações no que tange a organização política desses movimentos. Nesse sentido, nota-se que no início dos anos 2000, além do desenvolvimento de novas formas de sociabilidade, as mídias sociais também se apresentaram como um ambiente seguro e eficiente para a atuação ativista na luta da violência contra a mulher. Observou-se inúmeros destes movimentos eclodirem por meio de hashtags, nos quais mulheres de todo o mundo passaram a compartilhar suas dores, anseios e, principalmente, se uniram para requer seus direitos, galgando conquistas significativas. Nesse sentido, essa revisão de literatura sistemática de abordagem quali-quanti, teve por objetivo compreender a influência das hashtags no ciberativismo ou ativismo digital feminista, tendo sido analisadas para tanto, um total de 1.747 dissertações relacionadas direta ou indiretamente ao tema e disponíveis na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). A pesquisa buscou mapear estudos voltados para a compreensão do poder de influência mobilizado pelas hashtags nas mídias sociais, obtendo como resultado a confirmação do poder de ação das hashtags no ativismo feminista dos últimos anos, servindo como base de dados para a formulação de campanhas futuras, que visam o enfrentamento da violência contra a mulher


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    Militância de internet: o quanto pode uma #hashtag?. (2024). MLS Communication Journal, 2(2). https://doi.org/10.69620/mlscj.v2i2.3211
    EndNote Zotero Mendeley
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    Citações

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    Costa, E. L. (2023). Fotoativismo e fotojornalismo nas eleições de 2018: contra-hegemonia da mensagem fotográfica no Instagram da Mídia NINJA. Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15559.

    Dieminger, C. C. (2022). Democracia participativa: ciberfeminismos contra a violência sexual e seus reflexos na biopolítica. Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Maria. http://repositorio.ufsm.br/handle/1/20895.

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    Passos, N. L. dos (2019). #Elasótem16anos: análise discursiva crítica de postagens em rede social sobre caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro. [Dissertação Mestrado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, Universidade de Brasília].

    Romeiro, N. L. (2019). Vamos fazer um escândalo: a trajetória da desnaturalização da violência contra a mulher e a folksonomia como ativismo em oposição a violência sexual no Brasil. Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. http://ridi.ibict.br/handle/123456789/1074.

    Santos, L. de M. (2021). Fundamentos morais e características em expressões textuais de grupos antagônicos no Twitter. [Dissertação Mestrado em Humanidades Digitais, Instituto Multidisciplinar de Nova Iguaçu, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro]. https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14060.

    Terra, C. (2019). O feminismo e a disputa de narrativas na eleição presidencial de 2018: um estudo de caso de #Elenão como mobilização online das mulheres contra Bolsonaro. [Dissertação Mestrado em Ciência da Informação, Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro]. http://ridi.ibict.br/handle/123456789/1299.

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